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domingo, 25 de julho de 2021

RESENHA | O Enigma do Coronel Hayter e Outras Aventuras (Sherlock Holmes #3) [2006]

Imagem verde com bordas arredondadas e no centro em letras pretas dizendo: "O Enigma do Coronel Hayter e Outras Aventuras (Sherlock Holmes #3)

Sherlock Holmes ainda hoje é um dos mais atraentes personagens dos romances policiais. Desvendar crimes que pareciam insolúveis até mesmo para a Scotland Yard, a famosa polícia inglesa, fez do seu nome um sinônimo de "detetive".

E, como a vida parece mesmo imitar a ficção, a imortal criação de Sir Arthur Conan Doyle continua a despertar o interesse de jovens e adultos, de tal forma que o seu endereço fictício — 221B, Baker Street — abriga hoje o museu do ilustre detetive, atraindo visitantes do mundo inteiro.

As fascinantes aventuras de Sherlock Holmes, escritas ao longo de quase quarenta anos, são agora apresentadas integralmente em nova tradução para o português, realizada por Antonio Carlos Vilela, autor de livros juvenis de muito sucesso.

  • Coleção Sherlock Holmes #3
  • Escrito por Sir Arthur Conan Doyle
  • Tradução de Antonio Carlos Vilela
  • Capa por Rex Design
  • Ilustrações de NW Studio
  • Editora Melhoramentos (Edição 98765, 04 de maio de 2006)
  • Mass Market Paperback, 120 páginas
  • Skoob
  • Experiência: ⭐⭐⭐

O livro contém seis contos, sendo eles: "O Estrela de Prata", sobre um cavalo sumido e um assassinato — conto simples mas o assassino me surpreendeu; "A Caixa de Papelão", sobre uma mulher que recebe uma caixa pelo correio contendo duas orelhas humanas — esse foi o conto que mais gostei; "A Tragédia do Gloria Scott", onde Sherlock conta ao seu parceiro Watson o primeiro mistério que desvendou — esse foi o conto mais chato, não me despertou interesse; "O Corcunda", sobre um homem que morre e a única suspeita é sua mulher — esse conto tem a mesma lição de moral que o anterior, só que menos chato; "O Corretor", sobre um homem que é contratado por uma empresa estranha e leva suas suspeitas até Sherlock Holmes para ajudá-lo — esse foi o único conto que achei macabro pois consegui imaginar essa história acontecendo na vida real; e, por fim, o conto que dá o título, "O Enigma do Coronel Hayter", sobre uma possível tentativa de roubo culminada na morte de um funcionário — esse conto foi o mais divertido de ler pois Sherlock não estava no seu melhor por estar doente, proporcionando um ótimo entretenimento.

Vinheta com o lado esquerdo azul, lado direito verde e o símbolo genderqueer em preto no centro