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sexta-feira, 28 de maio de 2021

RESENHA | Água para Elefantes (Tie-In Edition) [2007]

Imagem com bordas arredondadas, fundo verde e letras pretas no centro com o título do livro "Água para Elefantes (Tie-In Edition)"

Primeiro lugar na lista dos mais vendidos do The New York Times

Desde que perdeu a esposa, Jacob Jankowski vive numa casa de repouso, cercado por senhoras simpáticas e fantasmas do passado. Durante 70 anos ele guardou um segredo: nunca falou a ninguém sobre o período de sua juventude em que trabalhou no circo. Até agora.

Aos 23 anos, Jacob era um estudante de veterinária, mas teve sua vida transformada após a morte de seus pais num acidente de carro. Órfão, sem dinheiro e sem ter para onde ir, ele deixa a faculdade antes de fazer as provas finais e, desesperado, acaba pulando em um trem em movimento, o Esquadrão Voador do Circo Irmãos Benzini, o Maior Espetáculo da Terra.

Admitido para cuidar dos animais, Jacob sofre nas mãos do Tio Al, o empresário tirano do circo, e de August, o ora encantador, ora intratável chefe do setor dos animais.

É também sob as lonas que ele se apaixona duas vezes: primeiro por Marlena, a bela estrela do número dos cavalos e esposa de August; e depois por Rosie, a elefanta aparentemente estúpida que deveria ser a salvação do circo.

Água para Elefantes é tão envolvente que seus personagens continuam vivos muito depois de termos virado a última página. Sara Gruen nos transporta a um mundo misterioso e encantador, construído com tamanha riqueza de detalhes que é quase possível respirar sua atmosfera.

 

  • Escrito por Sara Gruen
  • Tradução de Anna Olga de Barros Barreto
  • Capa por Miriam Lemer
  • Editora Arqueiro (2007)
  • Paperback, 272 páginas
  • Skoob
  • Experiência:

  • A história narra a vida de Jacob, um idoso de 93 anos num asilo. Solitário, ele começa a relembrar as aventuras de quando tinha 23 anos e embarcou num trem de um circo onde foi contratado como veterinário. E assim o livro segue entre os divertidos e reflexivos pensamentos de Jacob durante a estadia no asilo e as monótonas e chatas memórias no circo durante a juventude. Queria que tivesse mais capítulos no presente do que no passado, vide que os capítulos no presente eram mil vezes mais interessantes, com seus pensamentos acerca da velhice que me fizeram refletir bastante. Os capítulos no passado eram longos demais e totalmente entediantes.

    Vinheta com o lado esquerdo azul, lado direito verde e o símbolo genderqueer em preto no centro