☆"Um thriller alucinante." New York Times"Fascinante e incrível." Kirkus Reviews"Suspense viciante." Entertainment WeeklyVocê não pode interromper o futuro, nem modificar o passado.O único jeito de descobrir este segredo é apertando play."Impressionante, lindo e devastador." Chicago Tribune"Um mistério, um tributo, uma homenagem." Sherman Alexie, autor de Diário Absolutamente Verdadeiro de um Índio de Meio-expediente
- Escrito por Jay Asher
- Tradução de José Augusto Lemos
- Capa por retina78
- Editora Ática (1ª edição, 14ª impressão)
- Paperback, 256 páginas
- Skoob
- Experiência: ⭐⭐
O romance, escrito por Jay Asher, conta a história de Hannah Baker, uma adolescente que cometeu suicídio e deixou para trás fitas cassetes contando os motivos que a levaram a tal ato. Cada lado da fita é sobre uma pessoa que direta ou indiretamente teve uma parcela de responsabilidade pelo ocorrido, e Clay Jensen, o garoto que recebe as fitas, é uma delas. Mas para descobrir o motivo primeiro ele precisa ouvir tudo.
O livro tem dois narradores, Hannah Baker, que ouvimos relatar situações do passado através das fitas e Clay Jansen, que as ouve e então embarca em memórias de sua perspectiva sobre Hannah além de tecer pensamentos e reflexões acerca do que escuta nas fitas e do próprio suicídio da narradora. E para mim, o ponto fraco do livro foi justamente esse.
Clay não é carismático, Hannah é. Clay não tem emoções e reflexões verossímeis, Hannah tem.
Quando Clay dava play nas fitas da Hannah a leitura fluía rápido pois o livro é perfeito em relação a retratar da forma mais verossímil possível os pensamentos e ações de uma mente com ideações suicidas, mas quando os relatos terminavam (ou ele dava pause) e chegava o momento de ler suas reflexões e emoções era um completo tédio.
"Os 13 Porquês" não chegou a exceder minhas expectativas, mas Hannah Baker é uma heroína que certamente conseguiu um lugar no meu coração.
Capa: retina78/Editora Ática/Divulgação/Reprodução



